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13 Março de 2018 | 17h45 - Actualizado em 13 Março de 2018 | 17h45

Sudão do Sul: Defendida inclusão de mulheres nas conversações de paz

Juba - A Vice-ministra sul-sudanesa da Informação, Lily Albino, pediu nesta terça-feira, em Abuja, mais representação femenina na próxima ronda de negociações de paz prevista para meados do mês em curso, na Etiópia, noticiou a Prensa Latina.

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Mapa do Sudão do Sul

Foto: Cedida

A governante que falava no acto de abertura de um semanário de capacitação para mulheres sobre a Paz, organizado pela Missão da ONU no Sudão do Sul (Unmiss), chamou as suas compatriotas a pressionar para obter mais espaços no seio da delegação nacional.

"As mulheres solicitam uma representação de 50 por cento no fórum de revitalização de alto nível, o dobro dos 25 por cento obtido no acordo de paz de 2015", assinalou.

Albino argumenta que as mulheres suportaram o peso da guerra no país e devem participar activamente e serem escutadas durante o fórum de revitalização de alto nível promovido pela Autoridade Inter-governamental para o Desenvolvimento (IGAD).

Acrescentou que também estão a exigir uma representação de 35 por cento na conferência nacional do diálogo, especialmente legisladoras, académicas e líderes da sociedade civil.

Após alcançar a independência em 2011, o Sudão do Sul mergulhou-se nos últimos quatro anos, numa guerra civil que já causou 100 mil mortos, segundo cifras de organismos internacionais.

Por outro lado, mais de dois milhões de sul-sudaneses converteram-se em refugiados, enquanto que um milhão de outros são deslocados internos, assegura a ONU.

Assuntos Sudão do Sul  

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