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14 Junho de 2018 | 11h01 - Actualizado em 14 Junho de 2018 | 14h17

África: Crise alimentar do Sahel ameaça a vida de seis milhões de pessoas

Abuja - A crise alimentar na região africana do Sahel ameaça a vida de cerca de seis milhões de seres humanos, alerta um comunicado da agência da ONU divulgado quarta-feira.

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As crianças são as principais vítimas da fome na região do Sahel

Foto: PIUS UTOMI EKPEI

O Sahel é um cinturão de cinco mil e 400 quilómetros de extensão que vai desde o Oceano Atlântico ao Mar Vermelho, localizado no sul do Sahara e que integra o Senegal, o sul da Mauritânia, o Mali, o norte de Burkina Faso, o extremo sul da Argélia, o Níger, o norte da Nigéria, a faixa central do Tchad e do Sudão, a Eritreia e a parte norte da Etiópia.

Os países mais afectados são o Burkina Faso, Tchad, Mali, Mauritânia, Níger e o Senegal, onde, segundo estatísticas da ONU, um milhão e 600 mil crianças sofrem desnutrição grave devido a falta de meios para garantir a alimentação.

Desde 2012, quando a crise atingiu um pico sem precedentes, a região não experimentava uma situação semelhante, sublinha o texto das Nações Unidas, acrescentando que as reservas alimentares de milhões de pessoas estão esgotadas, o abandono escolar está no seu máximo e os cuidados de saúde são inexistentes.

A ONU adverte também que com a chegada do período de seca o número de vítimas pode subir para seis milhões de 500 mil pessoas e pede aos países doadores para reforçar a sua ajuda "para evitar o pior".

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