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14 Junho de 2018 | 12h12 - Actualizado em 14 Junho de 2018 | 12h12

África: Parlamento europeu critica Itália por recusar barco de migrantes nas suas costas

Bruxelas, Bélgica - O Parlamento Europeu qualificou terça-feira de "vergonhosa e escandalosa," a recusa do ministro italiano do Interior, Matteo Salvani, de não autorizar o navio humanitário "Aquarius" atracar nas costas italianas com 629 migrantes africanos a bordo.

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Imagem de migrantes no Mar mediterraneo (Arquivo)

Foto: ATTILA KISBENEDEK


Numa resolução aprovada no mesmo dia em sessão plenária, os eurodeputados exortaram aos líderes europeus a darem prova de "vontade política real" a fim de pôr fim aos naufrágios de barcos com migrantes a bordo no Mediterrâneo.

O Parlamento indicou que a situação dos migrantes será debatida na próxima cimeira europeia prevista de 28 a 29 de Junho.

Os eurodeputados pediram ainda aos líderes europeus que aproveitem a oportunidade para fazerem uma revisão dos Regulamentos de Dublin, em virtude do qual, o migrante chegado à Europa possa pedir asilo político no primeiro país que chegar.

De acordo com a Organização Não Governamental (ONG) humanitária Médicos Sem Fronteiras (MSF), que fretou o navio Aquarius, ao largo das costas líbias no Mar Mediterrâneo, entre os migrantes estão sete mulheres africanas grávidas, 11 bebés e 130 menores não acompanhados.

Face ao desacordo dos países europeus sobre a política de repartição de quotas migratórias, a Itália enviou navios ao Mediterrâneo para transbordar os 629 migrantes do "Aquarius", para o seu  encaminhamento ao porto espanhol de Valência.
 

Assuntos Itália  

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