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11 Junho de 2018 | 15h40 - Actualizado em 11 Junho de 2018 | 17h57

Ministra aponta prioridades para 2017/2022

Luanda - A ministra do Ambiente, Paula Francisco, apontou o saneamento urbano e rural como prioridades do sector no período 2017/2022, sem descurar a inclusão económica.

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Falando na apresentação da Estratégia Nacional de Saneamento Total Liderado pelas Comunidades e Escolas em Angola, a ministra disse que o saneamento constitui uma das maiores preocupações da agenda mundial, dada a sua forte relação com os níveis de qualidade de vida das populações.

Os relatórios da OMS apontam que em 2017 cerca de 4,5 bilhões de pessoas no mundo carecem de saneamento seguro e 2,5 respectivamente, não têm acesso à água.

"Estes dados devem merecer uma atenção de todos, olhando para o impacto negativo que causa no seio das populações, sobretudo nos países em desenvolvimento", realçou.

Esclareceu que estas acções enquadram-se nos esforços do executivo sobre a melhoria da qualidade de vida das populações e encontram-se alinhadas nos vários compromissos assumidas, quer a nível dos objectivos do desenvolvimento sustentável, nos 11 compromissos com a criança sobre a " Esperança de Vida ao Nascer", agenda Africana entre outros.

O programa de saneamento total liderado pela comunidade e escolas tem se constituído numa ferramenta importante para a resolução dos problemas de saneamento das populações nas zonas peri-urbanas e rurais, sobretudo na identificação de acções concretas para responder aos problemas identificados, contribuindo para uma melhor planificação e execução dos programas através de agentes comunitários e lideres naturais.

O programa está a ser implemtado em Angola desde 2008, tendo começado como projecto piloto na província da Huíla, a quando do surto de cólera, e estendeu-se para Bié e Moxico.

Assuntos Ambiente  

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