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07 Fevereiro de 2018 | 14h39 - Actualizado em 07 Fevereiro de 2018 | 14h39

Defendida união de sinergias para redução do analfabetismo feminino

Luanda - O secretário de Estado para Ciência, Tecnologia e Inovação, Domingos da Silva Neto, defendeu hoje (quarta-feira), em Luanda, a união de sinergias para diminuir os níveis de analfabetismo feminino.

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Governante preocupado com analfabetismo feminino

Foto: Roque Milton

De acordo com o responsável, que discursava no acto de abertura do seminário sobre a mulher e a ciência, realizado no âmbito do 11 de Fevereiro Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência, o analfabetismo feminino está na causa do reduzido número de mulheres na área de investigação científica, abandono escolas e em profissões ligadas às tecnologias de informação e comunicação.

Segundo o censo populacional de Angola de 2014, a taxa de analfabetismo a nível nacional é mais baixa nas mulheres, com 53 porcento, sendo os homens, com 80 porcento, devido a factores como bullyng escolar, falta de encorajamento, bem como o estereótipo da mulher cientista como fisicamente despreparada.

Há ainda, de acordo com o responsável, outros factores como a maternidade e a falta de apoios como uma licença de maternidade adequada e de assistência na infância.

Em Angola o 2º Inquérito Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação mostra que, em termos gerais, o percentual de mulheres na ciência passou de 17 porcento em 2011/2012 para cerca de 34 porcento em 2013/2014, sendo que os últimos dados mostram que a área de conhecimento com mais mulheres é a das ciências naturais com 10,7 porcento com 15,4 porcento de homens do total geral.

A área das ciências sociais e das ciências médicas vem logo a seguir com com nove porcentos, contra 25,3 porcento dos homens, do total geral, e da saúde com 7,5 porcento contra 7,4 de homens.

Em termos de idades, disse, o maior percentual de mulheres, 10,2 porcento, pode ser encontrado entre os 35 e 44 anos, enquanto que em relação aos homens, o maior número de investigadores científicos pode ser encontrado entre os 45 e 54 anos de idade, 19,6 porcento.

Assuntos Ciências   Mulheres   Tecnologias  

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