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18 Junho de 2017 | 13h37 - Actualizado em 18 Junho de 2017 | 16h57

Cuanza Norte: Ngolome tem potencial para aquicultura industrial e turístico - empresário italiano

Dondo - Um grupo de empresários italianos manifestou sábado impressionado com o potencial para a prática da aquicultura industrial e para a implementação de projectos turísticos da comunidade piscatória da lagoa do Ngolome, município de Cambambe, província do Cuanza Norte.

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Cuanza Norte: Orazio Amato, empresário italiano

Foto: Diniz Simão

Esta manifestação foi transmitida, em nome do grupo, pelo director geral da AC- Enterprises, uma empresa do ramo das pescas com sede em Milão, Itália, Orazio Amato, à imprensa, após ter assistido a abertura do período de pesca, naquela comunidade da comuna de Massangano, pela ministra das Pescas Vitória de Barros Neto.  

Segundo o empresário, Ngolome é um lugar “muito bonito”, que pode ser explorado para a pesca, praticar aquicultura industrial e implementar projectos de âmbito turístico, a julgar pelos seus encantos naturais.

“Esta localidade possui condições favoráveis para atracção do investimento estrangeiro”, sublinhou.

Destacou igualmente o crescimento que o país tem vindo a registar, sobretudo no sector das pescas, vendo nisso, como um convite e oportunidade para o investimento e de criação de parcerias com investidores locais.

Acrescentou que os empresários da Itália vão avaliar as áreas de interesse para possíveis investimentos.

Afirmou que vieram à Angola para conhecer as possibilidades de investimentos, especificamente no sector das pescas e, a procura de parceria nas áreas de captura e processamento do pescado.

O grupo de empresários italianos do ramo pesqueiro deslocou-se ao Cuanza Norte à convite da ministra da Pesca, Vitória de Barros Neto, no âmbito do primeiro Conselho Consultivo do seu pelouro, que decorreu de 16 a 17 do mês em curso, em Ndalatando, sede da província.

Situada na comuna de Massangano, a lagoa do Ngolome ocupa uma área de 14 quilómetros quadrados, 10 dos quais explorados por 400 pessoas enquadradas em cinco cooperativas de pescadores, com 20 pessoas cada, que se dedicam à captura do cacusso, bagre, dibe, pelar, mussolo e tainha.

A região conta actualmente com uma população estimada em cerca de 900 habitantes.

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