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12 Outubro de 2017 | 01h50 - Actualizado em 12 Outubro de 2017 | 14h32

Angola: Textang produz 250 mil metros de tecidos/mês

Cazenga - Duzentos e 50 mil metros lineares de tecido são produzidos mensalmente na nova fábrica da Textang II, no município do Cazenga, em Luanda, uma aposta do empresariado angolano na indústria têxtil.

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Area de produção de tecido (Arquivo)

Foto: Lino Guimarães

O projecto de reabilitação e modernização da Textang II, que começou com a montagem de  equipamentos em 2014, está avaliado em 234 milhões de dólares e garante  emprego directo a 300  trabalhadores nacionais (jovens dos 18 aos 25 anos de idade).

A fábrica está a funcionar desde Fevereiro de 2017, produzindo tecidos acabados,   e numa primeira fase trabalha com um turno das 7h30 às 17h40.

O objectivo dos investidores é atingir os 90 por cento da eficácia de produção até ao final do ano, com o enquadramento de pelo menos  mil novos trabalhadores para serem  distribuídos em três turnos.

Ao falar à imprensa, o presidente do conselho executivo da instituição, Hélder  David, disse que o investimento foi feito com a intenção de ter os melhores equipamentos  países de tradição têxtil para se ter uma fabrica de classe mundial.

Explicou que os funcionários trabalham um turno, mas a intenção é funcionar 24 horas/dia, daí que no primeiro semestre de 2018 se pretenda atingir os três turnos e contar com mil trabalhadores para aumentar a produção.

Disse existirem contratos assinados de fornecimento do produto, numa primeira fase com a África do Sul, em 50 por cento, porque a fábrica tem capacidade de produzir cerca de nove milhões  lineares de tecido/ano.

Informou que metade desta quantidade será exportada a outra produção será para fornecer  em empresas de confecções no país e em instituições do Estado.

"Sabemos das dificuldades que algumas instituições carecem para suprir as dificuldades essencialmente em  uniformes para as Forças Armadas Angolanas, Polícia Nacional, Ministério da educação, hospitais e outros", disse.

Herder David explicou que  a fábrica produz tecidos  para confeccionar lençóis, cortinas e uniforme para cobrir necessidades de vários sector.

Disse esperar por interessados no ramo da agricultura para produzir e fornecer algodão e outros derivados para  o fabrico de  tecidos.

Explicou que a matéria-prima (algodão) é adquirida na Índia e Grécia, enquanto os químicos na Suécia e China.

A nova Textang II possui três naves de produção, das  quais fiação, tecelagem , acabamento, espaços de armazém de peças sobressalentes, algodão, resíduos, tecidos acabados, escritórios, refeitório, centro de tratamento de água e grupo gerador.

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