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15 Maio de 2018 | 19h32 - Actualizado em 15 Maio de 2018 | 19h31

Ministro reafirma medidas para dinamizar agricultura familiar

Malanje - Um conjunto de estratégias, voltadas para a eliminação dos constrangimentos que limitam a produção agrícola e que assegurem a segurança alimentar, estão previstas no plano de desenvolvimento do sector agrícola para o quinquénio 2018/2022, cuja incidência recai para o segmento familiar, visando a geração de mais receitas para o mesmo.

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Fraca cobertura de assistência técnica institucional às famílias camponesas é um dos entraves à dinamização da agricultura (Foto Arquivo)

Foto: Inácio Sabino

A garantia é do ministro da Agricultura e Florestas, Marcos Nhunga, dada à margem do II Conselho Técnico do Instituto de Desenvolvimento Agrário, que Malanje acolhe até quarta-feira (16). Na ocaião, reconheceu que o processo produtivo nacional, com destaque para a agricultura familiar, tem sido marcado, ao longo dos anos, por factores que afectam o seu desempenho.

Citou, a título de exemplo, o elevado preço dos insumos agrícolas no país, ausência de indústrias para o fabrico de instrumentos de trabalho associada à fraca cobertura de assistência técnica institucional às famílias, inexistência de uma verdadeira política de subsídios ou subvenções à agricultura e de crédito para apoiar o agricultor, como sendo os principais pontos de estrangulamento.

Perante esta realidade, disse, espera-se com o plano de desenvolvimento 2018/2022 aumentar-se a disponibilidade de sementes melhoradas e de alto rendimento, elevar a oferta de fertilizantes, intensificar a produção e o uso de calcário dolomítico para correcção dos solos e extensão das áreas de produção.

Promover e intensificar o uso da tracção animal no sector familiar e a mecanização no sector corporativo e empresarial, entre outras, figuram igualmente no referido plano, de modo a aumentar a produção e a produtividade, a favor da segurança alimentar no país e do incremento da renda familiar.

Porém, o ministro assinalou os ligeiros avanços registados na presente campanha agrícola, no que toca a oferta de fertilizantes, resultante da redução do seu preço (de 35 mil para cinco mil kwanzas o saco de 50 quilogramas) e disponibilidade de charruas de tracção animal e sementes de qualidade.

O II Conselho Técnico do Instituto de Desenvolvimento Agrário conta com a participação de quadros do Ministério da Agricultura e Florestas, representantes de ONG's ligadas à promoção da agricultura familiar e parceiros sociais.

Serão discutidos assuntos como a Preparação da campanha agrícola 2018/2019, Ponto de situação do programa de relançamento da produção de algodão e arroz, produção de sementes rurais, entre outros.

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