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09 Julho de 2018 | 17h46 - Actualizado em 09 Julho de 2018 | 19h12

Inadec apreende farinha de milho expirado

Ndalatando - Trezentos e 70 sacos de farinha de milho, de 25 quilogramas cada, com prazo de caducidade adulterado, foram apreendidos durante a semana finda em vários estabelecimentos comerciais da província do Cuanza Norte, pelo Instituto Nacional de Defesa do Consumidor (Inadec).

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Cuanza Norte: Eugénio Francisco Panzo - Responsável do serviço Provincial do INADEC

Foto: Eliseu Veloso

A informação foi avançada hoje à Angop, em Ndalatando, pelo responsável do Serviço provincial do Inadec no Cuanza Norte, Eugénio Panzo, tendo adiantado que o referido produto foi encontrado, por uma equipa de fiscalização da instituição, a ser comercializado em vários estabelecimentos comerciais.

Adiantou que foram apreendidos 197 sacos de farinha de milho da marca “caramuru”, em mau estado de conservação, que se encontravam a ser comercializados no Supermercado Diana, no município do Cazengo, tendo sido já incinerados na última quinta-feira.

Noventa e sete sacos do mesmo produto da marca “Tia Teresa” e outros 76 da marca “Muangolê”, com prazos de caducidades adulterados, foram igualmente apreendidos num estabelecimento comercial do município do Lucala denominado por Mini-mercado.

Segundo o Inadec, esses produtos, com a data de caducidade para Março de 2020, possuem uma qualidade duvidosa, devido às características adulteradas na data de validade que a embalagem apresenta.

A sobreposição de data em película auto-colante não correspondente com os procedimentos normais que exigem que a data seja timbrada no próprio saco, constitui a principal irregularidade que apresentam os referidos sacos de farinha de milho. 

Aventou a possibilidade de terem sido comercializados mais de 80 sacos nos dois estabelecimentos, tendo em conta as quantidades que constam nos mapas de cálculos e os produtos apreendidos, daí o alerta do Inadec aos consumidores a não consumirem o produto com as referidas características, dado que pode colocar em risco a saúde humana.

Segundo o responsável do Inadec, o proprietário dos estabelecimentos comerciais autuados, além da multa a pagar ao Estado deverão proceder à incineração do produto na presença das autoridades.


 

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