Angop - Agência de Notícias Angola PressAngop - Agência de Notícias Angola Press

Ir para página inicial
Luanda

Max:

Min:

Página Inicial » Notícias » Economia

21 Maio de 2019 | 21h01 - Actualizado em 22 Maio de 2019 | 10h18

Companhias francesa e suíça fornecerão combustíveis a Angola

Luanda - A companhia francesa Total Oil Trading SA (TOTSA) abastecerá, nos próximos 12 meses, gasolina ao mercado angolano, anunciou, esta terça-feira, em comunicado, a petrolífera angolana Sonangol.

Envia por email

Para compartilhar esta notícia por email, preencha os dados abaixo e clique em Enviar

Corrigir

Para reportar erros nos textos das matérias publicadas, preencha os dados abaixo e clique em Enviar

Terminal de enchimento da Boa Vista

Foto: Bráulio Pedro

A Sociedade Nacional de Combustíveis de Angola (Sonangol) acrescenta que, para o mesmo período, o abastecimento de gasóleo e gasóleo de marinha estará a cargo da companhia suíça Trafigura, que, na realidade, já operava no mercado angolano.

A decisão tem como base os resultados alcançados num concurso internacional, em que as duas empresas foram seleccionadas num universo de nove concorrentes, nomeadamente BB Energy, BP, ETS (ENI), Glencore, Gunvor, Litasco, Trafigura, Totsa (TOTAL) e Vitol.

No concurso, lançado a 27 de Fevereiro de 2019, foram convidadas 29 empresas, incluindo as que actualmente fornecem os respectivos produtos, para se garantir a necessária competitividade e eficiência em termos de resultados.

Trata-se, nomeadamente, da Aramco, Gunvor, AVIC International Beijing CO. Ltd,  JX Nippon,  BB-Energy,  Litasco,  BP,  Mercuria,  Cepsa, Monjasa, China Oil,  21 Phillips, Cosmo Oil,  Reliance, DTS Group,  Repsol, ETS (ENI),  Sahara, Equinor, Saras,  Essar (Nayara Energy), SK Energy, GALP, Totsa (TOTAL), Gemcorp,  UNIPEC, Glencore, Vitol e GS Caltex.

Na primeira semana do mês em curso (Maio), Luanda voltou a registar uma crise de falta de combustíveis, situação que levou a especulação do preço da gasolina em alguns pontos da cidade, dado que grande parte das bombas não tinham combustíveis, devido à ruptura de stocks.

Como consequências da escassez de combustíveis em Luanda, o mercado informal entrou numa espiral especulativa, elevando o preço do litro da gasolina para 500 kwanzas (mais três vezes que o preço oficial), com o bidão de 20 litros a ascender para entre cinco e oito mil kwanzas, contra os 3.200 kwanzas legalmente estabelecidos.

Angola, apesar de ser o segundo maior produtor de petróleo da África Subshariana com 1,5 milhões de barris/dia, produz na Refinaria de Luanda, a única que possui, apenas 20 por cento dos derivados de petróleo que consome, importando os restantes 80 por cento.

De acordo com números divulgados em Abril, no primeiro trimestre deste ano, a Sonangol gastou 221,4 milhões de dólares a importar produtos derivados do petróleo para suprir a procura do seu mercado interno, a uma média de 73,8 milhões de dólares por mês.

Dados de pesquisa indicam que a Sonangol importa anualmente 2.352.671 toneladas de gasóleo, enquanto as compras de gasolina no exterior do país chegaram a 1.030.070 toneladas.

Assuntos Petróleos  

Leia também
  • 21/05/2019 08:23:58

    Barril de Brent abre em alta

    Londres - O preço do barril de petróleo Brent, para entrega em Julho, abriu hoje em alta no mercado de futuros de Londres, ao cotar a 72,24 dólares, mais 0,36% do que no fecho na sessão anterior.

  • 18/05/2019 09:34:57

    Mudança na Sonangol é um acto de gestão - Manuel Augusto

    Paris - O ministro das Relações Exteriores, Manuel Augusto, disse, quinta-feira, na capital francesa, em entrevista à RFI, que a petrolífera angolana Sonangol está a viver uma fase de transição.

  • 15/05/2019 13:12:42

    Barril do Brent abre em baixa de 0,25 por cento

    Luanda - O barril de petróleo Brent, para entrega em Julho, começou a ser negociado, nesta quarta-feira, em baixa no mercado de futuros de Londres, cotado a USD 71,10, uma variação de 0,25 por cento em relação ao fechamento da sessão anterior.