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11 Julho de 2019 | 09h05 - Actualizado em 11 Julho de 2019 | 11h16

Empresas lusas querem contribuir no crescimento da economia angolana

Luanda - As empresas portuguesas pretendem dar resposta às necessidades das famílias angolanas e às prioridades estabelecidas pelo Governo, visando desenvolvimento da economia, afirmou nesta quarta-feira o secretário de Estado da Economia portuguesa, João Neves.

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João Neves, Secretário de Estado para Economia de Portugal

Foto: Nelson Malamba

Stand de Portugal na Feira Internacional de Luanda "FILDA 2019".

Foto: Nelson Malamba

Ao falar à Angop, à margem da cerimónia que assinalou o dia de Portugal na 35ª edição da Feira Internacional de Luanda (FILDA 2019), João Neves sublinhou que as empresas portugueses esperam construir parcerias, ter oportunidade de aproximarem-se aos clientes, aproveitar para contactar novos clientes e ter condições de fazer negócios.

Sublinhou que o Portugal é a maior participação estrangeira, estando com actividades de diferentes naturezas, como empresas de produtos alimentares, sistemas de informação, energia, sistemas de comunicação, metalomecânica, cerâmica, materiais de construção e outros.

João Neves disse que, com essa presença, Portugal assegura apoios por via das linhas de crédito lançadas, mas também apoios para consolidação das actividades das instituições do Ministério da Economia e Planeamento que pretendem-se com a melhoria do ambiente de negócio em Angola.

A 35ª edição da FILDA, que decorre 9 a 13 na Zona Especial e Económica (ZEE), sob o lema “Dinamizar o sector privado e promover o crescimento económico”, conta com a participação de 21 países: Portugal, Alemanha, Indonésia, Turquia, França, Índia, China, Reino Unido, Noruega, Suécia, Suíça, Israel, Brasil, Japão, Bielorrússia, Uruguai, Macau (Região administrativa Especial da China), Itália, África do Sul, Holanda e Estados Unidos da América.

Produtos e serviços ligados à banca, telecomunicações e tecnologias de informação, petróleos, transportes e logística, indústria e turismo, construção civil, intermediação imobiliária, agricultura, entre outros, estão patentes na feira.

Assuntos Cooperação   Economia  

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