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20 Setembro de 2019 | 15h19 - Actualizado em 20 Setembro de 2019 | 15h19

BAI tem disponível AKz 2 mil milhões para agricultura

Ndalatando - Cerca de dois mil milhões de kwanzas é o valor do Banco Angolano de Investimento (BAI) tem disponível para financiar, ainda este ano, projectos de investimento, sobretudo do sector agrícola, a nível da província do Cuanza Norte.

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Dados do Programa de Apoio à Produção, Diversificação das Exportações e Substituição das Importações (PRODESI) a que a Angop teve acesso hoje, em Ndalatando (capital da província), referem que o Banco BAI disponibilizou já no presente ano, 325 milhões de kwanzas para financiamento empresarial do sector de mecanização e produção agrícola no município do Lucala.

O BAI tem igualmente em análise duas solicitações de financiamento no valor de 800 milhões de kwanzas e que poderão ser disponibilizados até ao final do ano para investimentos no sector agrícola e indústria transformadora nos municípios de Cambambe e Lucala.

O apoio financeiro da referida instituição bancária foi igualmente extensivo à empresa “Café Cazengo”, situada no município de Quiculungo que beneficiou, em 2018, de um crédito de cerca de 500 mil dólares destinados a aquisição de cápsulas para o empacotamento do café que é produzido localmente e comercializado no mercado nacional e também exportado para os Estados Unidos da América e Europa.

Para análise da implementação do PRODESI no Cuanza Norte, o gabinete provincial para o Desenvolvimento Económico Integrado promoveu hoje, em Ndalatando, um encontro com o empresariado local para divulgação das políticas públicas de apoio aos projectos de desenvolvimento das fileiras produtivas dos 54 bens essenciais definidos pelo decreto presidencial que aprova o Regulamento da Cadeia Comercial de Oferta de Bens da Cesta Básica.

Na ocasião, o presidente da Associação dos Empresários do Cuanza Norte, Gilberto Simão, manifestou-se preocupado com o excesso de burocracia imposto pelos bancos para o acesso ao crédito, como um dos factores que tem estado a entravar a actividade dos productores agrícolas e comerciantes da província.

Gilberto Simão lamentou o facto da província contar com um universo de 350 pequenos e médios investidores inscritos na Associação local dos Empresários, mas que têm os projectos e empreendimentos paralisados devido a dificuldades de acesso ao financiamento bancário.

Por seu turno, o director do gabinete provincial para o Desenvolvimento Económico Integrado, Humberto Mesquita esclareceu que a actividade visou igualmente a avaliação do Projecto de Apoio ao Crédito (PAC), por via de um diálogo com as instituições bancárias, com vista a encontrar alternativas que facilitem os investidores acederem ao crédito bancário para potenciar o mercado local.

 

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