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17 Fevereiro de 2020 | 20h55 - Actualizado em 17 Fevereiro de 2020 | 20h55

GABHIC descarta risco de inundação de Calueque

Luanda - O Gabinete para Administração das Bacias Hidrográficas do Cunene, Cubango e Cuvelai (GABHIC) descartou hoje (segunda-feira) risco de inundação da barragem de Calueque, no sudoeste de Angola.

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A barragem atingiu nas últimas 24 horas a sua capacidade total de armazenamento e as autoridades responsáveis pela gestão de água do país abriram as comportas da barragem.

Em nota, o GABHIC considera normal a subida dos níveis do caudal no rio e na bacia de retenção (albufeira) e assegura que a situação é tranquila e está sob controlo, ao contrário da informação anterior que apontava para risco de inundação.

Numa nota de imprensa, o GABHIC esclarece que a subida dos níveis das albufeiras e o aumento dos caudais dos rios, no caso particular o rio Cunene, onde está a barragem de Calueque, decorre do aumento das chuvas no planalto central e na região do Cunene, onde também está a chover consideravelmente.

Realça que esse aumento de caudal é bastante positivo, tendo em vista a mitigação dos problemas da seca vividos naquela região nos últimos anos hidrológicos, que há muitos anos que não se verificava a “exuberância” das quedas de Ruacana como se tem oportunidade de observar agora, o que se considera igualmente positivo, sob todos os pontos de vista.

Por esse facto, as autoridades competentes ligadas a gestão e administração da barragem do Calueque apelam às comunidades residentes nas povoações que vivem e circulam as zonas ribeirinhas, para que estejam atentas a activação do sistema de alarme e segurança que vigora desde o dia 13 de Fevereiro, evitando assim riscos de vida, na sequência da abertura das comportas (descarregadores da referida barragem).

De referir que está a ser realizado trabalho de prevenção e sensibilização das populações ribeirinhas em coordenação com os Serviços de Protecção Civil e Bombeiros do Cunene e outras instituições locais.

Mais se informa que existe uma plataforma de comunicação institucional diária com a República da Namíbia, que envolve o GHABIC, a PRODEL e a NAMPOWER (Empresa de Energia da Namíbia) para partilha dos dados hidrológicos do Gove, Matala, Calueque e Ruacana.

 Importa ainda referir que as autoridades namibianas estão informadas sobre os caudais a jusante do Calueque, e estão naturalmente satisfeitas com o impacto positivo que causará na produção hídrica de Ruacana e no efeito positivo que se observa nas Quedas.

Na nota, o GABHIC informa que o ano hidrológico já permitiu recuperar os níveis da albufeira do Gove, até mais de 10 metros.


 

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