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31 Outubro de 2020 | 08h59 - Actualizado em 31 Outubro de 2020 | 08h59

CFB movimenta cerca de 18 mil toneladas/mês no tráfego internacional

Lobito - O Caminho-de-Ferro de Benguela (CFB) tem uma frequência mensal de quinze comboios de mercadorias diversas de Angola para a República Democrática do Congo (RDC) e vice-versa, movimentando cerca de 18 mil toneladas de produtos diversos por mês, apurou a ANGOP.

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Comboio do CFB

Foto: cedida pela fonte

Essa informação foi avançada pelo director de exploração da companhia ferroviária, Sabino Chinendele, no decorrer de uma visita de trabalhadores da delegação provincial de Benguela da Agência Angola Press (ANGOP) àquela unidade, no âmbito do 45º aniversário da única agência noticiosa do país, assinalado sexta-feira.

O responsável explicou que da RDC chegam minérios como o manganês e cobre, que têm como destino o Porto do Lobito, enquanto de Angola exporta-se essencialmente para o país vizinho cimento, aço e cerveja.

Por seu turno, o  Presidente do Conselho de Administração do CFB, Luís Lopes Teixeira, adiantou que o tráfego internacional de mercadorias tem aumentado nos últimos tempos.

Luís Teixeira disse ainda que está em estudo um projecto de construção de uma linha férrea de 320 quilómetros, a partir do Luena (Moxico) até ao posto fronteiriço de Jimbe, Zâmbia, que será uma mais-valia nas trocas comerciais entre os dois países.

Em termos de medidas de biossegurança, o PCA garantiu que “há rigorosidade na sua implementação, inclusive na higienização dos comboios antes e depois do cumprimento de  cada actividade”.

Fez saber que a companhia tem estado a preparar-se para os próximos desafios, apostando não só em meios como locomotivas e vagões, assim como nos recursos humanos.

Neste âmbito, foram recrutados jovens engenheiros de telecomunicações que trabalham em áreas importantes como o centro de comando de operações e a sala de sistema de vigilância (CCTV) para controlo dos comboios e comunicação com os maquinistas.

Por outro lado, jovens maquinistas, com idades compreendidas entre os 25 e 40 anos, foram formados pelo centro de formação da companhia na província do Huambo, pela empresa portuguesa Logistel e também pela companhia americana “General Motors”, fornecedora das recentes locomotivas adquiridas nos Estados Unidos.

O CFB, com cerca de 1283 trabalhadores, é um peça fundamental do Corredor do Lobito na implementação do tráfego internacional de mercadorias, iniciado em Março de 2018.

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