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12 Outubro de 2017 | 08h19 - Actualizado em 12 Outubro de 2017 | 08h19

EUA: Antivírus Kaspersky acusado de ter pirateado computadores em todo o mundo

Washington - As autoridades russas usaram o programa informático antivírus da empresa Kaspersky para piratear computadores em todo o mundo e obter informação secreta dos EUA, escreve hoje o The Wall Street Journal (WSJ).

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Segundo fontes oficiais não identificadas conhecedoras do assunto, o programa tinha uma modificação que permitia procurar documentos com a legenda 'top secret' e que poderiam conter informação confidencial do executivo norte-americano

Segundo o jornal, as suas fontes de informação acreditam que essa modificação no programa só poderia ter sido feita com o conhecimento da empresa, Kaspersky Lab, sedeada em Moscovo, o que os leva a pensar que o programa se transformou numa "ferramenta" de espionagem para o governo russo.

Na semana passada, o Wall Street Journal informou que em 2015 piratas informáticos russos usaram "software" da Kaspersky para aceder ao computador pessoal de um contratado da Agência de Segurança Nacional (NSA, na sigla em Inglês), que tinha retirado material do seu computador oficial.

Segundo ainda a publicação, o uso deste antivírus tem sido utilizado de forma extensa e generalizada em todo o mundo.

"Não há nenhuma maneira da Kaspersky ignorar o que o programa faz", afirmou um ex-funcionário norte-americano que, em 2015, conheceu a forma de utilização deste programa para procurar segredos dos EUA.

O WSJ adiantou que se desconhece quantos computadores ou funcionários públicos foram visados por este tipo de acção e que tipo de informação foi pirateada.

Ainda segundo o jornal, Israel alertou os EUA para estas eventuais manobras depois dos seus serviços de informação terem penetrado nas redes da Kaspersky em 2014.

Em junho, todas as agências e serviços federais foram proibidas de usar programas da Kaspersky.

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