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06 Dezembro de 2018 | 15h47 - Actualizado em 06 Dezembro de 2018 | 15h47

Presidente francês tenta apaziguar manifestantes

Paris - O Executivo francês tentou, nesta quinta-feira (6), conter a ira dos "coletes amarelos", dizendo temer uma "enorme violência" durante a nova manifestação anunciada em Paris para o próximo sábado (8), enquanto o descontentamento se espalhava entre os estudantes.

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Presidente da França, Emanuel Macron (Foto arquivo)

Cerca de 200 escolas e algumas faculdades estavam bloqueadas, ou sofriam perturbações nesta quinta na França, no quarto dia de um movimento de protesto de múltiplas reivindicações dos "coletes amarelos".

Lixeiras e carros queimados, estruturas públicas urbanas depredadas, confrontos com a polícia: muitas manifestações de estudantes do ensino médio degeneraram em várias cidades da França, lembrando um pouco as imagens dos tumultos ocorridos no último sábado em Paris.

Uma nova manifestação dos "coletes amarelos", anunciada para o próximo sábado, levanta temores de uma "enorme violência", declarou o palácio presidencial na quarta à noite, pouco depois de o governo desistir "pelo ano de 2019" dos aumentos de impostos sobre os combustíveis.

Esta reivindicação está na origem do movimento dos "coletes amarelos".

Nesta quinta-feira, o primeiro-ministro Édouard Philippe dá prosseguimento no Senado aos debates iniciados terça-feira para defender as medidas tomadas.

Assuntos Manifestações  

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