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03 Novembro de 2020 | 10h31 - Actualizado em 03 Novembro de 2020 | 08h44

Filipinas preparam-se para segundo tufão

Manila - As Filipinas poderão voltar a ser atingidas por uma tempestade tropical na quinta-feira, depois de o Goni, considerado o tufão mais forte do ano, ter feito 20 mortos no país e deixado um rasto de destruição.

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Mapa das Filipinas

Foto: Divulgação

A tempestade tropical Atsani, que se encontra a nordeste do arquipélago, aproxima-se da ilha mais populosa, Luzon, com ventos de 80 quilómetros por hora (km/h), com os meteorologistas a preverem que venha a converter-se em tufão.

"Não é tão poderoso como o Goni, mas provocará danos em estradas e pontes à sua passagem", avisou o Presidente filipino, Rodrigo Duterte, durante uma transmissão televisiva.

Pelo menos 20 pessoas morreram na sequência da passagem do tufão Goni, que destruiu dezenas de milhares de casas, fez danos nas redes eléctrica e de telecomunicações e provocou aluimentos de terras, disseram as autoridades filipinas.

A ilha de Catanduanes e a província insular de Albay, na ilha de Luzon, foram as áreas mais afectadas pelas condições meteorológicas extremas que atingiram o território filipino no domingo, com vento forte e rajadas na ordem dos 225 km/h e chuvas torrenciais.

O tufão, que seguiu uma trajectória em direcção a oeste, perdeu intensidade ao atingir a área metropolitana de Manila (capital), antes de progredir no mar da China do Sul em direcção ao Vietname.

Os serviços de protecção civil filipinos contabilizaram mais de 20 mil casas destruídas e 58 mil parcialmente danificadas.

Antes da passagem do tufão, centenas de milhares de pessoas foram retiradas das zonas de risco.

O Goni, que se formou no Oceano Pacífico, foi descrito pelos meteorologistas como o tufão mais forte deste ano e classificado inicialmente na categoria de supertufão.

As Filipinas são afectadas anualmente, em média, por duas dezenas de tempestades tropicais e tufões, que destroem culturas, casas frágeis e infraestruturas, mantendo populações inteiras em situação de pobreza permanente.

O pior da história recente foi, em 2013, o supertufão Haiyan, que matou mais de 7.300 pessoas, particularmente na cidade central de Tacloban, que foi submersa por ondas gigantes.

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