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13 Fevereiro de 2020 | 21h50 - Actualizado em 13 Fevereiro de 2020 | 21h50

"Arco-Íris" patente no Centro Português

Luanda - Uma exposição de pintura e instalação denominada ?Arco-Íris? está patente desde a noite desta quinta-feira, no Centro Cultural Português, em Luanda.

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Obras expostas por Guilherme Mampuya

Foto: António Escrivão

Composta por 36 obras sendo 17 pintadas em acrílico sobre tela, 12 em desenhos e sete esculturas em pedra e gesso, todas inéditas, a amostra representa a mistura de sentimentos, oportunidades perdidas e vencidas, tristezas e alegrias, caracterizadas em  quadros em tons de cores frias e quentes.

Da autoria do artista plástico Guilherme Mampuya, a obra ficará patente até 13 de Março, evidenciando a transmissão e preservação de valores patrióticos nas culturas africanas, em particular a angolana, com vista a incentivar as comunidades a contribuírem para o crescimento do país.

Segundo o artista, a exposição é denominada Arco Íris porque “diz tudo” sobre o ser humano.

Disse ter sido inspirado, numa semana de chuva, olhando para o céu do Zango.

“Eu via triste a imagem do meu Zango, mas de outro lado via senhoras felizes com a chuva, então percebi que o arco íris depois da chuva tem duas verdades; a tristeza e a alegria ao mesmo tempo”, salientou.

Explorou as alegrias, tristezas, hábitos, alimentos e paixões nesta exposição feita ao convite do Centro Cultural Português.

Guilherme Mampuya Wola nasceu na província do Uíge, em 1974. Em 2000 concluiu a formação superior em Direito pela Universidade de Kinshasa, na República Democrática do Congo (RDC) e dois anos depois frequentou o curso de Pintura Básica, para mais tarde aperfeiçoar a técnica do retrato no atelier de pintura Honesto Nkunu, em Luanda.

Entre outras actividades, realizou duas exposições para o Ensa-Arte e participou na Trienal de Artes de Luanda.

Assuntos Cultura  

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