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10 Julho de 2018 | 19h14 - Actualizado em 10 Julho de 2018 | 19h14

Comandante considera imprescindível potencialização da Marinha

Lobito - A potencialização da Marinha de Guerra Angolana (MGA) e das Forças Armadas Angolanas (FAA) constitui uma tarefa imprescindível que o Executivo angolano desenvolve, com elevada responsabilidade, afirmou o chefe do Estado-Maior General, Egídio de Sousa Santos.

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Chefe do Estado-Maior General das FAA, Egídio de Sousa Santos

Foto: Gaspar dos Santos

O chefe do Estado-Maior General das FAA falou no acto central do 42º aniversário da MGA, assinalado nesta terça-feira (10 de Julho), onde chamou a atenção dos efectivos deste ramo das forças armadas para considerarem os riscos e as ameaças decorrentes da pirataria marítima e do narcotráfico.

Referiu que o espaço marítimo é importante, pelo facto de se levantarem sérias preocupações relacionadas com a segurança de navegação, liberdade de usufruto dos recursos marinhos e exercícios da soberania na zona económica exclusiva, por parte dos estados ribeirinhos.

Egídio de Sousa Santos defendeu a necessidade de cooperação bilateral ou multilateral entre as nações, para permitir a segurança, assim como a redução e eliminação de factores de riscos e instabilidade nas distintas regiões.

As ameaças resultantes do terrorismo internacional não têm fronteiras e nem obedecem a lógica imposta pelas normas do direito internacional, alertou.

Informou que o Estado-Maior General das FAA vai promover, em todo o país, uma campanha de resgate dos valores morais e cívicos, no quadro do seu programa de moralização da sociedade.

Por seu lado, o comandante da Marinha de Guerra Angolana, Francisco José, reafirmou que o seu pelouro vai continuar a apostar na formação dos efectivos.

Apontou como desafios a formação de quadros e o reequipamento do ramo, por formas que os jovens formados nas diversas especialidades possam cumprir com as tarefas a si incumbidas.

Para o comandante, há necessidade de uma força naval moderna e equilibrada, com meios navais e fuzileiros comprometidos com a inserção política, estratégica no cenário internacional e em sintonia com os anseios do Estado angolano.

O acto contou com a presença do governador provincial de Benguela, Rui Falcão, dos comandantes dos três ramos das Forças Armadas Angolanas, concretamente Francisco José (Marinha), Francisco Afonso Hanga (Força Aérea) e Jacques Raúl, este último segundo comandante do Exército.

Cabinda

Em Cabinda, o governador provincial, Eugénio Laborinho, recomendou aos efectivos da MGA para continuarem empenhados, com zelo e patriotismo na defesa dos interesses do país.

"É de reconhecer o trabalho que a Marinha de Guerra Angolana tem vindo a desenvolver na busca, salvamento de pessoas e bens, em embarcações que têm naufragado na costa marítima angolana e outros que acidentalmente andam a deriva em alto mar, por avarias", disse.

O governador de Cabinda entende que a Marinha deve continuar a aperfeiçoar o seu trabalho, tendo recomendado a conjugação de sinergias e de conhecimento, nos mais variados domínios.

A Marinha foi fundada em 1976 por altura da visita do primeiro Presidente e fundador da nação angolana, António Agostinho Neto, à base naval de Luanda, facto que coincidiu com o fim do período de instrução dos primeiros militares do ramo, pós independência do país.

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