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13 Junho de 2018 | 23h25 - Actualizado em 16 Junho de 2018 | 17h14

Concurso público prioriza enfermeiros que aumentaram nível académico

Luanda - Os enfermeiros que aumentaram o seu nível académico e profissional, de acordo com a avaliação do seu desempenho, poderão ser priorizados nos próximos concursos públicos a serem realizados no sector da Saúde.

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Enfermeiros destacados no Hospital Municipal (ARQUIVO)

Esta decisão vem expressa num comunicado conjunto do Governo Provincial e o Sindicato de Enfermeiros de Luanda (Sintenfl), que após debates os técnicos de saúde decidiram levantar a greve, quinta-feira, uma paralisação que começou dia 11 deste mês.

Quanto ao ponto constante do caderno reivindicativo sobre a reformulação da carreira de enfermagem, o Governo Provincial de Luanda (GPL) informou que o mesmo encontra-se em fase de conclusão entre si e outras instituições.

O documento informa ainda que, quanto à promoção das carreiras, ficou o compromisso que tão logo haja disponibilidade de quota financeira, o Sintenfl poderá ser chamado a participar no respectivo processo.

As partes acordaram ainda trabalhar regularmente com periodicidade ordinária trimestral para análise, acompanhamento e tratamentos das questões que afectam a classe de enfermagem, através de um grupo técnico constituído pelo GPL e uma comissão do Sintenfl.

Os debates, que tiveram início às 11h30 e terminou pouco depois das 21 h00, foram orientados pelo governador provincial de Luanda, Adriano Mendes de Carvalho, na presença membros do seu pelouro, do secretário-geral do Sintenfl, Antonio Kileba, e representantes da UNTA- Comissão Sindical.

A greve do Sintenfl centrou-se, essencialmente, em três pontos, a alteração constante das reivindicações do sindicato, intransigência do sindicato e o não acatamento dos resultados produzidos pelo grupo de trabalho que preparou a proposta de revisão das carreiras especiais dos profissionais da saúde, respectivamente.

O pagamento de subsídios por prescrição médica aos doentes, tarefa da responsabilidade de médicos ou enfermeiros especializados, entre outras também constaram das reivindicações do sindicato.

Nessa quarta-feira, o GPL distribuiu 200 enfermeiros das Forças Armadas Angolanas (FAA), em simultâneo, pelas unidades hospitalares da província de Luanda, para reforçar os serviços de saúde nas áreas de urgência, na sequência da greve.

Assuntos Saúde  

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