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14 Junho de 2018 | 17h30 - Actualizado em 14 Junho de 2018 | 17h30

Técnicos de saúde na Lunda Norte reclamam subsídios

Dundo - Os técnicos contratados pelo Hospital Geral David Bernardino "Kamanga" aguardam pelo pagamento de seus subsídios, conforme conclusão do encontro realizado quarta-feira, entre a Direcção da Unidade e a Comissão Sindical, no âmbito da insatisfação do atraso do ordenado, apresentada no passado dia onze de Maio, ao governo provincial.

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A informação foi prestada hoje, quinta-feira, à Angop, pela directora do hospital, Filomena Simão, que disse terem informado à comissão sindical sobre os meses cabimentados, que foram pagos apenas dois e os moldes de pagamento, tão logo seja homologada pelo Ministério das Finanças.

Referiu ainda que as partes chegaram a um consenso, por forma a não prejudicar o erário público, nem os funcionários que vivem um atraso de salário há 21 meses, no sentido de posicionarem-se quanto a condição laboral, visto que alguns técnicos imprescindíveis terão a sua posição acautelada em função da necessidade da unidade sanitária.

“ Apesar de um grupo de técnicos manifestar a vontade de trabalhar para não perder a prática até a realização do concurso público, para amenizar a situação, a secretaria do Governo Provincial vai encaminhar alguns funcionários para acudir a necessidade, tendo em conta a grandeza da infraestrutura que se quer redimensionar para continuar a produzir os frutos a que foi atribuído”- salientou a responsável.

Igualmente, o responsável do Sindicato dos Trabalhadores do Hospital David Bernardino “Kamanga”, Óscar Adriano, disse no entanto, que as partes concordaram que a direcçao deverá trabalhar no sentido de amortizar a divida e que os contratados irão continuar a labutar até ao dia 30 do mês em curso, no sentido de encontrarem a decisão final se deverão permanecer ou rescidirão o contrato com aquela unidade hospitalar.

No encontro, em que estiveram presentes cinco membros compostos pelos contratados e sindicatos do Hospital e Provincial, ordem dos enfermeiros e médicos, foram discutidos cinco pontos sobre informação da divida, regime de contrato, pagamento dos subsídios e a situação actual dos funcionários passivos e activos, visto que dos 180 inscritos desde 2016, 109 trabalhadores encontram-se temporariamente em casa e dos 21 meses, foram apenas cabimentados 12.

Referir que em função da magnitude do hospital, nas últimas 24 horas foram atendidos 109 pacientes na área de urgência, internados 56. Portanto, o fluxo tem sido elevado por ser o único de traumatologia que recebe munícipes de Cambulo e Lucapa a 90 e 180 quilómetros da sede da província Chitato, respectivamente, por este ter especialistas nesta área.

 Os 15 médicos existentes estão distribuídos pelas áreas de ortopedia, cirúrgia, intensivista, neurocirurgia, maxilofacial e otorrino .

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