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14 Junho de 2018 | 04h57 - Actualizado em 14 Junho de 2018 | 05h00

Minsa deve reforçar mecanismos de integração

Luanda - O Ministério da Saúde (Minsa) deve reforçar os mecanismos de integração entre as instituições sanitárias e as comunidades para melhorar a prestação de serviços de prevenção e combate da malária, tuberculose pulmonar e VIH/Sida, para tornar mais eficaz os seus serviços.

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O repto foi lançado, quarta-feira, em Luanda, pelos participantes do Workshop Nacional das Organizações da Sociedade Civil sobre o Reforço do Sistema de Saúde Comunitário em Angola, que decorreu nos dias 12 e 13 deste mês.

Segundo o documento final do encontro, os delegados solicitaram ao Minsa no sentido de rever o seu mecanismo de recolha de dados nas unidades sanitárias de forma a optimizar a monitorização e acompanhamento de pacientes, bem como melhorar os planos de supervisão dos técnicos das instituições hospitalares e aumentar a cobertura de testes rápidos, assim como de outras medidas preventivas.

Exortaram ao Minsa a criação de um sistema de referência e contra-referência entre unidades sanitárias, agentes de saúde e os bairros mais vulneráveis, baseado numa parceria estratégica que permita o acesso das comunidades aos serviços médicos sem exclusão.

Apelaram também aos governos provinciais para envolverem as organizações da sociedade civil na elaboração das estratégias de desenvolvimento comunitário e os seus subsequentes planos de acções para evitar duplicação de esforços, promovendo uma planificação conjunta entre as partes.

Por sua vez, a secretária de Estado para Família e Promoção da Mulher, Ruth Mixinge, que orientou a cerimónia de encerramento da actividade, pediu às organizações da sociedade civil a mobilizarem as famílias no sentido de não descriminarem e estigmatizarem pessoas que vivem com doenças como o VIH/Sida.

Estiveram presentes no encerramento do workshop personalidades como o secretário de Estado da Educação, Joaquim Cabral, a directora nacional da ONG Word Vision, Maria Carolina, e o director da ONUSIDA em Angola, Michel Kouakou.

Participaram da actividade 120 delegados, provenientes das 18 províncias do país.

Assuntos Saúde  

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