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11 Julho de 2018 | 12h41 - Actualizado em 11 Julho de 2018 | 12h39

Procura de planeamento familiar no país assenta em 52 por cento

Luanda - A procura total de planeamento familiar no país é de 52 por cento, o que significa que 38 por cento das mulheres não têm a sua necessidade de planeamento familiar satisfeita e 14 por cento têm (usam algum método contraceptivo).

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Estes dados vêm expressos no Inquérito de indicadores Múltiplos e de Saúde (IIMS – 2015/2016),  publicado pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) publicado este ano.

O documento sublinha que das mulheres com necessidade de planeamento familiar não satisfeita, 26 por cento têm necessidade do metódo para espaçar os nascimentos e 12 por cento têm para limitar o número de filhos.

O relatório refere ainda se todas as mulheres actualmente casadas que desejam espaçar ou limitar o número de filhos usassem algum método de planeamento familiar moderno, a prevalência de uso de métodos contraceptivos aumentaria de 14 para 52 por cento.

Nos padrões segundo características seleccionadas, a necessidade de planeamento familiar não satisfeita varia com a idade da mulher, sendo 43 por cento entre as de 15-19 anos, 39 por cento entre as de 25-29 anos e 18 por cento entre as mais adultas (45-49 anos).

A procura total de planeamento familiar entre as mulheres actualmente casadas destina-se mais a espaçar do que limitar os nascimento (respectivamente, 35 e 17 por cento).

A necessidade de planeamento familiar não satisfeita nas mulheres actualmente casadas varia por província: Cuando Cubango apresenta a percentagem mais baixa 28 por cento, em comparação com Malanje 49 por cento e Cuanza Norte com 44 por cento.

Assuntos Mulheres   Serviços de saúde  

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