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17 Maio de 2018 | 15h33 - Actualizado em 17 Maio de 2018 | 15h33

Vice-governadora garante recuperação da imagem da cidade

Benguela - A vice-governadora de Benguela para o sector social, político e económico, Deolinda Valiangula, garantiu hoje, quinta-feira, estratégias que irão ajudar na recuperação da imagem do município sede que degradou-se face a actual conjuntura.

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Arquivo: Deolinda Valiangula, vice-governadora de Benguela para o sector social, político e económico

Foto: Joaquina Bento

A responsável que falava à Angop, após o içar da bandeira em saudação aos 401 anos da cidade das Acácias rubras, que hoje se assinala (17 de Maio), disse que as estratégias estão identificadas e nos próximos dias notar-se-á uma melhoria.

Deu a conhecer que, está no momento a decorrer transferências de competências centrais para local no sentido da população ir sentido as mudanças, que consubstanciam-se na recolha do lixo, no melhoramento dos acessos a nível da periferia, da água potável e energia electrica. 

“Benguela já esteve melhor, e face ao contexto é necessário continuar a trabalhar para recuperar a imagem do município”, frisou frisando que apesar de contexto difícil, os benguelenses conseguiram dar a volta, e o governo está preocupado com a situação.

Por seu lado, o administrador municipal de Benguela, Carlos Guardado, reconhece a precaridade da cidade no que tange ao saneamento e mau estado das vias, e assegura que o OGE já disponibilizado para o município vai permitir intervir a longo prazo estas situações. 

Entretanto, os cidadãos do município de Benguela, mostram-se preocupados com a falta de saneamento básico, e esperam nos próximos tempos uma Benguela mais limpa e acolhedora para se viver. 

Falando no âmbito de mais um aniversário da cidade mãe das cidades Azulay Teixeira, pediu a todos os munícipes e não só a contribuírem na melhoria da cidade, tendo em conta a má prestação no saneamento básico do meio.

 O munícipe adiantou ser igualmente necessário velar na situação dos esgotos para o escoamento das águas pluviais, o problema das vias secundarias e terciarias que encontram-se completamente degradadas, bem como melhorar o ordenamento do trânsito. 

Azulay Teixeira reconhece o crescimento do município com o surgimento de novos bairros, que ainda assim carecem de melhorar o ordenamento urbanístico. 

Para a vice-presidente da associação acácias rubras, Joaquina da Silva, os benguelenses devem integrar-se mais no desenvolvimento da província na área económica e social.

Considerou que existem melhorias se comparar os tempos anteriores, mas é preciso continuar a lutar para o bem-estar dos munícipes. 

“Benguela nunca foi cidade suja, é lamentável ver em quase todos os canto da cidade grandes amontoados de lixo o que é preocupante para a saúde dos munícipes e da própria imagem da cidade”, lamentou. 

Benguela é uma cidade e município capital da província de Benguela, no oeste de Angola é a segunda maior cidade do país. Tem 2.100 km² e cerca de 513.441 habitantes segundo o censo de 2014. Limita-se a norte com o município do Lobito, a leste com os municípios de Bocoio e Caimbambo, a sul com o município de Baía Farta e a oeste com o Oceano Atlântico.

O município divide-se em seis comunas: designadamente  Zona A, Zona B, Zona  C,  Zona D,  Zona E e Zona F.

A cidade de Benguela foi fundada por Cerveira Pereira quando partiu de Luanda a 11 de Abril de 1617, à frente de uma força de 130 homens e rumou para Sul, ao longo da costa até à Baía das Vacas, que alcançou em 17 de Maio. Aí fundou o Forte de São Filipe de Benguela, núcleo da povoação do mesmo nome que havia de ser a capital do novo domínio português ao sul de Angola, a Capitania de Benguela, administrada autonomamente entre 1617 e 1869. 

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