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12 Outubro de 2018 | 11h45 - Actualizado em 12 Outubro de 2018 | 11h45

Ammiga prioriza reabilitação física e inserção no processo produtivo

Luanda - A sensibilização e posterior encaminhamento dos ex-militares aos centros de reabilitação física e de formação profissional tem constituído a prioridade para este ano da Associação dos Angolanos Militares Mutilados de Guerra (Ammiga).

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Presidente da Ammiga, Domingos Martins Ngola ( arq.)

Foto: angop

Esta informação foi prestada nesta sexta-feira à Angop pelo presidente da Ammiga, Domingos Martins Ngola, que sem anunciar números lamentou a falta de matérias primas dos centros de reabilitação física para o fabrico de próteses.

Referiu que a Ammiga está igualmente a encetar acções com vista a inserção dos seus assistidos no processo produtivo, tendo sido constituídas cooperativas agropecuárias e de pesca na província de Malange, assim com um projecto avícola na província do Moxico.

Martins Ngola informou que na província da Huila está em funcionamento uma cooperativa agrícola, 50 quilómetros da cidade do Lubango, bem como uma cooperativa de pesca no Namibe, que serve de sustento para oito famílias de associados da Ammiga, contando os mesmos com uma embarcação doada pelo Governo Provincial.       

De acordo com o líder associativo, a Ammiga está preocupada com as condições sociais dos assistidos, advogando neste contexto o aumento da pensão de sangue que os mesmos auferem.

Domingos Martins Ngola considera de insuficientes os 23 mil Kwanzas que os antigos combatentes recebem actualmente de pensão de sangue, tendo proposto ao ministério de tutela um aumento para pelo menos 50 mil Kwanzas.

O interlocutor da Angop referiu que como perspectivas a Ammiga pretende realizar acções com visto ao aumento do número de associados, melhoria da assistência médica medicamentosa e facilitação da formação académica.

A Ammiga está implantada em 14 províncias do país e controla mais de 30 mil filiados.   

       
 

Assuntos Angola   Sociedade  

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