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10 Março de 2019 | 23h46 - Actualizado em 10 Março de 2019 | 23h46

Construção de famílias sólidas deve ser prioridade das mulheres

Huambo - A construção de famílias sólidas e sãs deve ser encarado como prioridade das mulheres angolanas, cujo papel na família tem sido abafado pelas suas ocupações profissionais.

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O facto foi assumido hoje, domingo, na cidade do Huambo, por líderes religiosos entrevistados pela ANGOP, a propósito do Março/Mulher.

Os mesmos lamentam o facto de um grande número de mulheres, sobretudo nas zonas urbanas, estar a negligenciar a sua responsabilidade no seio da família, por causa da formação académica e carreira profissional.

O secretário executivo da Convenção Baptista na província do Huambo, pastor Martinho Sequesseque, admitiu que a luta pela emancipação das mulheres, quando mal entendida, tem acelerado a desestruturação familiar.

No seu entender, o papel da mulher na família é preponderante e insubstituível, por ser mãe, esposa, dona de casa, conselheira e auxiliadora do marido, apelando, por isso, que as mesmas façam uma reflexão séria acerca do seu papel na construção de famílias sólidas e sãs.

“Infelizmente, na nossa sociedade ainda registam-se muitos problemas familiares, derivados da falta de respeito pelo marido, porque muitas mulheres confundem emancipação com desrespeito, com usurpação de papéis e desafios constantes na aquisição de bens materiais, situação complicada para a edificação de um lar tranquilo”, lamentou.

Já o ecónomo arquidiocesano do Huambo, padre Emílio Sassoma, que também lamenta a perda do papel da mulher no seio familiar, a educação dos filhos, o cuidar da casa e do esposo devem constituir preocupação de qualquer mulher.

Afirmou que as mulheres são responsáveis de receber de Deus o dom da criação humana, para ajudarem a tornar o mundo cada vez melhor e feliz, assumindo-se como esposas, mães e donas de casa, independentemente do estatuto social.

“A luta pela emancipação ou a ocupação de cargos de responsabilidades e demais na sociedade não deve, de maneira nenhuma, impedir a mulher de assumir a sua tarefa dentro do lar”, recomendou.

Ambos entrevistados encorajam as mulheres angolanas a serem mais sábias na concretização de suas aspirações, enquanto cidadãs, sem, no entanto, relegarem para segundo plano o seu real papel no seio familiar.

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