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10 Fevereiro de 2020 | 16h42 - Actualizado em 10 Fevereiro de 2020 | 16h41

EPAS empenhada na normalização do abastecimento de água no Huambo

Huambo - Os trabalhos para a normalização do abastecimento de águas à cidade do Huambo, após a inundação do sistema I do Centro de Captação, apenas estarão concluídos dentro de duas semanas, apesar dos esforços da Empresa Provincial de Águas e Saneamento (EPAS) para a sua mais rápida conclusão.

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Em declarações esta segunda-feira à ANGOP, o presidente do Conselho de Administração da EPAS, Adolfo Elias Gomes, disse que após o incidente, causado pelas chuvas que provocaram a inundação do sistema, no dia três do corrente, com o aumento do caudal do rio Culimahala, o abastecimento de água à cidade do Huambo passou a ser feito de forma alternada.

O responsável assegurou que as condições estão criadas para a avaliação técnica dos danos causados pelas inundações, a que se seguirá a reposição dos equipamentos retiradas antes da ocorrência e limpeza aos demais, para repor o abastecimento regular à cidade e arredores nas próximas duas semanas.

O gestor público informou que, actualmente, o abastecimento continua a ser feito todos os dias, porém, de forma faseada, ou seja, entre as cidades da alta e baixa, assim como arredores, para que ninguém seja prejudicado, com uma cobertura disponível de 40 por cento.

Adolfo Elias Gomes informou que a captação tem a capacidade para bombear 2.700 metros cúbicos por dia, mas apenas 1.360 têm estado disponíveis, sendo que com a inundação do sistema I, apenas estão colocados à disposição 500 metros cúbicos, a partir do sistema II, que se encontra um pouco mais acima do primeiro.

Em menos de 30 dias, esta é a segunda vez que o Centro é forçado a paralisar devido a inundações, como consequência das chuvas, com a destruição de quatro (4) dínamos e outros equipamentos eléctricos.

No início de Janeiro do corrente, as fortes chuvas que se abaterem sobre quase todo o território nacional provocaram igualmente danos ao sistema, com a destruição de 16 dínamos do sistema de bombeamento, o que obrigou a paralisação do fornecimento de água à cidade e a periferia.

Com 815 mil e 685 habitantes e uma área territorial de dois mil e 609 quilómetros quadrados, os serviços de águas contam, nesta região, com 33 mil ligações domiciliares, prevendo-se, com a conclusão dos trabalhos de reestruturação da rede antiga, em curso, com uma linha de financiamento do crédito da China e do Banco Mundial, elevar este número para 90 mil, incluindo as zonas industriais.

Entre os vários projectos em execução neste domínio, destaque para o novo Centro de Captação, Tratamento e Abastecimento de Água, a partir do rio Kunhongamua, na estrada Huambo/Caála, com a capacidade para bombear 46 mil metros cúbicos por dia, que nesta altura encontra-se em fase de testes.

Assuntos Província » Huambo  

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