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02 Junho de 2018 | 12h32 - Actualizado em 03 Junho de 2018 | 11h35

Chefe de Estado descarta criação de consórcio aéreo

Luanda - O Presidente da República, João Lourenço, declarou esta sexta-feira que a Air Connection Express, o consórcio público-privado anunciado recentemente pelo ministro dos Transportes, Augusto Tomás, para garantir voos domésticos em Angola, não vai adiante.

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Assinatura do contrato de aquisição de seis aeronaves Bombardier Q- 400

Foto: Tarcísio Vilela

Na sua primeira grande entrevista  à cadeia televisiva europeia Euronews, o Chefe de Estado afirmou que este consórcio, entre a companhia de bandeira Taag, a também pública Enana e algumas empresas privadas, não vai sair, não vai acontecer, por se tratar, segundo disse, de uma “companhia fictícia”.

Anunciado no princípio deste mês, em Luanda, o consórcio público-privado teria como sócios as empresas públicas Taag e Enana, ao lado de sete outras privadas, designadamente Bestfly, Air Jet, Air 26, Guicango, Dieximim, Sjl e Mavewa.

O então grandemente publicitado operador iria adquirir seis aviões Bombardier Q-400, ao abrigo de um contrato no valor de 198 milhões de dólares.

A criação de uma nova operadora de transporte aéreo doméstico, segundo justificava o ministro dos Transportes,  resultava de estudos, que apontavam, entre outros constrangimentos, para uma excessiva fragmentação do mercado de aviação civil no país.

Assuntos Angola   Aviação  

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