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Economia angolana regista um rápido crescimento

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A República de Angola é um país em paz com várias oportunidades de negócios. Possui inúmeros recursos naturais, nomeadamente, petróleo, gás natural, cobre, fosfato, diamante, zinco, alumínio, ouro, ferro, silicone, urânio, etc, e uma fauna e flora bastante rica em madeira e recursos marinhos.

Durante os últimos cinco anos a economia angolana registou um rápido crescimento na média de 18% por ano, considerando-se como uma das mais dinâmicas economias do mundo.

Este facto deve-se essencialmente ao aumento da produção petrolífera que duplicou de 875 milhões de barris por dia em 2003 para 1,9 milhões de barris por dia em 2008 e do crescimento médio anual dos sectores não-petrolífero na ordem de 19%.

Por outro lado, as políticas económicas adoptadas pelo Governo angolano, que prevêem a eliminação de restrições à oferta de bens e serviços, concessão de incentivos fiscais ao investimento produtivo e a nova lei do investimento privado, têm dado bons resultados, razão pela qual Angola se situa no topo dos países que mais crescem em África e com melhores condições para se investir.


Agricultura


Ja teve o café como seu principal cultivo. Seguem-se-lhe cana-de-açúcar, sisal, milho, óleo de coco e amendoim. Entre as culturas comerciais, destacam-se o algodão e a borracha. A produção de batata, arroz, cacau e banana é relativamente importante. Os maiores rebanhos são o bovino, o caprino e o suíno. Toda esta capacidade de produção perdeu-se durante o período da guerra civil, mas o país vai recuperando paulatinamente essas produções agora que foi alcançada a paz.


Mineração


Angola é rica em minerais, especialmente diamantes, petróleo e minério de ferro. Possui  também jazidas de cobre, manganês, fosfatos, mica, chumbo, estanho, ouro, prata e platina. As minas de diamante estão localizadas perto de Dundo, na província da Lunda Norte. Importantes jazidas de petróleo foram descobertas em 1966, ao largo de Cabinda, assegurando ao país a auto-suficiência. Em 1975 foram localizados depósitos de urânio perto da fronteira com a Namíbia.


Indústria


As principais indústrias do território são as de beneficiamento de oleaginosas, cereais, carnes, algodão e fumo. Merece destaque, também, a produção de açúcar, cerveja, cimento e  madeira, além do refino de petróleo. Entre as indústrias destacam-se as de pneus, fertilizantes, celulose, vidro e aço. O parque fabril é alimentado por cinco usinas hidroelétricas, que dispõem de um potencial energético superior ao consumo.


Transporte


O sistema ferroviário de Angola compõe-se de cinco linhas que ligam o litoral ao interior. A mais importante delas é o caminho de ferro de Benguela, que faz a conexão com as linhas de Catanga, na fronteira com a República Democrática do Congo. Os portos mais movimentados são os de Luanda, Benguela, Lobito, Namibe e Cabinda. O aeroporto de Luanda é o centro de linhas aéreas que põem o país em contacto com outras cidades africanas, europeias e do resto do mundo.


Construção Civil


Após décadas de guerra, Angola teve sua infra-estrutura bastante danificada. Com a chegada da paz e as divisas provenientes da descoberta do petróleo, o sector da construção civil tem experimentado um grande crescimento.


O crescimento do sector pode ser observado tanto na reconstrução da infra-estrutura nacional como no sector imobiliário que sofre um grande deficit. Importantes construtoras têm se instalado no país, com destaque para as portuguesas Mota-Engil, Teixeira Duarte, Soares da Costa, Somague ou Edifer, e para as Brasileiras Odebrecht, Camargo Corrêa, Genea Angola, Queiroz Galvão e Andrade Gutierrez. Além disso também há empresas angolanas a surgir, como por exemplo o Grupo Opaia SA com o projeto Casa Feliz.