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27 Outubro de 2020 | 14h29 - Actualizado em 27 Outubro de 2020 | 14h29

Bié quer implementar gabinetes psico-pedagógicos nas escolas

Cuito - O governo do Bié está a estudar a possibilidade de implementação, a partir do próximo ano lectivo, de gabinetes psico-pedagógicos nas escolas do I e II ciclos do ensino, no quadro de um projecto tendente a elevar e contribuir, cada vez mais, na qualidade do ensino e aprendizagem.

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Caso se efective a introdução de gabinetes, será o primeiro do género a ser materializado nessa região centro do país e vai também permitir com que os especialistas desta área, em número não revelado, atendam e continuem a descobrir alunos com necessidades educativas especiais.

O sector da Educação no Bié matriculou, no presente ano lectivo, 625 mil e 777 alunos da iniciação até 13ª classe, orientados por 13 mil e 937 professores.

Deste número, perto de 700 alunos na província têm necessidades especiais, entre eles portadores de diversas deficiências como atraso mental, problemas auditivos, surdez e anomalias físicas motoras assistidos na única escola especial existente a nível local.

O director do gabinete local da Educação, Evaristo Gando Vitangui, que falava nessa terça-feira num encontro técnico com os responsáveis escolares, no âmbito do primeiro balanço das aulas iniciadas a 5 de Outubro, apontou a falta que esses gabinetes fazem em prol da qualidade de ensino.

Na reunião, além do tema introdução de gabinetes psico-pedagógicos nas escolas, os directores de escolas abordam também as Zonas de Influencia Pedagógica, novas metodologias de ensino dado no contexto, o uso obrigatório de batas, avaliação, programas, organização de horários, projectos educativos, troca de experiências, entre outros.

No âmbito de um cronograma elaborado pelo Governo a 5 deste mês, recomeçaram as aulas nas classes de transição (6.ª, 9.ª, 12.ª e 13.ª classes). Nesta mesma data, no cumprimento da estratégia de regresso gradual, reiniciaram também aulas em todo o sistema universitário do país.

Duas semanas depois (19 de Outubro), aconteceu o mesmo com os da 7ª, 8ª, 10ª e 11ª classe do I e II ciclo do ensino secundário, tendo sido adiadas “sine die” as aulas da 1.ª à 5.ª classe,  inicialmente previstas para 26 do aludido mês, devido ao aumento de casos da Covid-19 no país.

Bié, centro de Angola, conta com a Escola Superior Pedagógica (ESPB) que, desde 2013, colocou no mercado de emprego mais de 400 licenciados, em diversos cursos, com realce para os psico-pedagogos.

Possui ainda, duas instituições superiores privadas que estão a formar quadros ligados a pedagogia e psicologia.

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